Ganymede: perfume de uma realidade onírica
Para esta criação, o dueto mantém-se: Marc-Antoine Barrois e Quentin Bisch continuam a explorar a sua osmose criativa, mas desta vez com um destino diferente. Em torno de um quarteto elegante e inesperado de mandarina, violeta, sempre-viva e camurça, os dois artistas imaginam um novo planeta olfactivo: Ganymede.
Inspirado no satélite rochoso de Júpiter, descoberto por Galileu em 1610, Ganymede evoca uma paisagem luminosa, mineral e coberta por sal marinho. O seu nome vem da mitologia grega: Ganimedes, um jovem de beleza extraordinária, foi raptado pelos deuses e recebeu a imortalidade.
Composta pelo perfumista Quentin Bisch, esta fragrância retoma as notas de couro de camurça que já tinham marcado B683, mas liberta-as dos códigos tradicionais. Aqui, o couro torna-se mais suave, leve e delicado ao contacto com a violeta, criando uma elegância fluida e luminosa.
A mandarina acrescenta vivacidade e uma acidez vibrante, definindo a verticalidade da fragrância desde o primeiro instante. Em contraste, a sempre-viva revela uma faceta dupla, ora mineral, ora salgada, elevando a composição com carácter e originalidade.
Ganymede joga continuamente com contrastes e oposições: luz e mineralidade, frescura e textura, delicadeza e intensidade. O resultado é uma fragrância moderna, memorável e sofisticada, com uma assinatura olfactiva singular.
Os perfumes Marc-Antoine Barrois nascem da amizade entre o criador e director artístico francês Marc-Antoine Barrois e o perfumista Quentin Bisch. Desde 2016, esta ligação criativa deu origem a fragrâncias excepcionais, fabricadas em França, reconhecidas pela sua qualidade, presença na pele e estela marcante.